FIQUE A VONTADE EM MEU BLOG!

FIQUE A VONTADE EM MEU BLOG!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

"Presença"

Em cidades distantes nos encontramos 
Cada qual com sua responsabilidade
 No entanto na internet nos cruzamos
 Desde o início com grande intensidade

 Barreiras foram caindo 
 Conforme a confiança surgia
 O prazer estava sorrindo 
Enquanto o medo fugia

 Não podíamos imaginar quão longo seria
 Queríamos experimentar algo sempre sonhado
 Afinal com confiança e verdade o Ds viveria
 Muito mais pelo instinto do que por modelo estipulado

 O que era virtual se tornou real 
No cruzar dos olhos a declaração foi feita 
A posse ocorreu de forma integral
 Numa noite que está guardada como perfeita

 Outros encontros tivemos 
Sempre como se fosse o primeiro
 Muitos prazeres diferentes vivemos 
Sempre com sentimento certeiro 

 Muitos falaram que era paixão
 Cada vez mais vontade existia 
Mas o que chama a atenção 
É a ligação que surgia

 Mais do que o prazer sonhado
 Lembrar do outro a cada momento do dia
 Era algo que não havíamos imaginado
 Ser possível que tal fixação ocorreria 

 Todas as novidades acontecidas
 Aquele querer rápido ao outro contar
 Dividindo alegrias e tristezas vividas
 E até os sonhos que se quer sonhar

 Dos pensamentos aos sentimentos 
Ou mesmo do tesão à paixão
 Estar presente em todos os momentos
 É amor que vem do coração

Autor: DOMINATUM

Os 10 Mandamentos da Escrava

1. A escrava deve ter como objetivo máximo o bem-estar e a satisfação dos desejos e interesses do Dono, sejam de que natureza forem. Em caso algum a escrava colocará os seus interesses particulares à frente dos interesses do Dono, embora em muitas situações os interesses de ambos possam ser coincidentes.

 2. A escrava deve ser para o seu Dono fonte inesgotável de prazer, alegria e descontração. Deve por isso cultivar a sua própria boa-disposição, riqueza interior e serenidade. Deve procurar aprender e manter-se atualizada. Deve também cuidar de si de forma a ter a melhor aparência possível, e manter uma boa saúde física e mental.

 3. A escrava deve ter para o seu Dono totais disponibilidades físicas, mentais e emocionais. Deve arrumar a sua vida de maneira a poder responder de uma forma imediata e entusiasta a qualquer solicitação do Dono. Na Sua presença, tudo o resto é secundário, melhor ainda, esquecido. Na ausência do Dono, manterá uma postura irrepreensível, lembrando-se sempre a quem pertence.

 4. A escrava deve seguir o seu Dono com devoção, onde quer que vá e o que quer que faça. Sempre ½ passo atrás, atenta e cúmplice.

 5. A escrava deve empenhar-se em conhecer profundamente o Dono, os seus gostos e preferências. Saber o que Lhe agrada em cada momento e proporcioná-lo. Deve também erradicar da sua vida qualquer fator de desagrado.

 6. A escrava deve ser leve, delicada, feminina. Deve aprender a suavidade dos gestos, a humildade do olhar e saber comportar-se em todos os momentos com graça e sensualidade.

 7. A escrava é também objeto de prazer sexual do Dono. Como tal deverá estar sempre pronta a ser usada, em qualquer circunstância ou lugar, pelo Dono ou por quem este designar. Deve focar-se na satisfação dos prazeres do Dono como objetivo único. A sua própria satisfação, se a houver, será sempre opção do Dono e será sempre tomada como uma dádiva.

 8. Como propriedade do Dono, a escrava deve esperar ser usada, abusada, esquecida, desejada, preterida, acarinhada, ignorada, escolhida, desprezada, sem que nada disso interfira na sua total entrega e dedicação ao Dono. Deve esperar ser castigada se o merecer, mas também se não o merecer ou compreender de imediato. E saber aceitar, oferecendo sem hesitação o seu corpo ao castigo. 

 9. A escrava deve ter tanto de reservada e discreta como de devassa, obscena, lasciva, ser um anjo e uma puta. E saber passar de um estado ao outro a um gesto ou olhar do Dono. 

 10. Por fim, a escrava deve ambicionar ser um prolongamento do Dono, mover-se ao Seu ritmo e ao Seu gosto, ser a Sua sombra e o Seu reflexo.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Aos SEUS pés...


DOM MARCELUS...


Sou SUA fêmea submissa, cadela fiel e sempre aos SEUS pés quero estar... Entregue ao SENHOR com toda minha alma... Sendo tratada com mãos firmes e carinhosas... Sendo guiada, ensinada e protegida pelo meu DONO  e SENHOR...

Somente quando estou amarrada e junto ao SENHOR me sinto segura e verdadeiramente livre... É meu MESTRE, meu amigo, meu amante... É minha vida...




quarta-feira, 24 de julho de 2013

Hoje é meu primeiro aniversário como escrava...
É maravilhoso acordar sabendo que tenho meu DONO e que ELE está ao meu lado na cama... Ter o prazer e o privilégio de acordar com seu olhar me dominando, ouvindo sua voz, seu cheiro confundindo meus sentidos, o toque da sua pele me acariciando, sua barba  me arranhando, levando-me a loucura em poucos segundos... Eu nunca falei para ELE mas hoje irá saber : meu DONO fica lindo de barba!!!
Obrigada  DOM MARCELUS  por ser meu DONO e me fazer tão feliz sendo SUA escrava.

sábado, 20 de julho de 2013

A primeira vez de uma submissa


É estranho como a nossa vida pode mudar de um instante para outro. Passei anos vivendo uma vida de comodismo, escondendo sentimentos e desejos. Mas agora isso está mudando... e MEU SENHOR está contribuindo muito para essa mudança e descoberta.
Meu primeiro encontro com MEU SENHOR se deu em um bar. Estava extremamente nervosa e curiosa com o que iria acontecer. Nunca O tinha visto pessoalmente, apenas por fotos. Durante o momento em que estivemos no bar, conversamos sobre diversos assuntos, ambos fizeram questionamentos sobre a nossa possível relação e no decorrer das horas surgiu a pergunta: “aceitar ou não” ser SUA submissa?
É claro que eu queria ser SUA submissa, faria qualquer coisa para isso. Quis o MEU SENHOR desde o primeiro e-mail que ELE me enviou demonstrando interesse em meu anúncio. Nos beijamos...seus lábios suaves, quentes... Cada toque seu refletia em meu sexo, sentia um calor aumentando, desejando que me tocasse entre as pernas e pudesse sentir o quanto estava ficando molhada por sua causa.
Naquela noite, MEU SENHOR me levou em casa, quando chegamos em frente ao meu prédio trocamos algumas carícias... Eu queria ELE naquele instante, queria que me possuísse e fizesse tudo que desejasse comigo... Mas ELE foi embora e eu fui para casa extremamente excitada e de certa forma decepcionada.
Depois disso continuamos nos falando e marcamos nosso segundo encontro, o encontro para a “sessão de posse”. MEU SENHOR ordenou dois dias antes do nosso encontro que eu “comprasse uma lingerie preta, bem pequena, bem sensual e bem de puta”.  A SUA ordem mexeu comigo, fiquei excitada pensando no que iria acontecer e claro, foi incrível me sentir mulher novamente e sentir o desejo que estava em mim. Foi difícil fazer a compra, ficava pensando no que O agradaria, pois, obviamente, não queria decepcioná-lo. No decorrer do dia da minha sessão de posse foi torturante (no pior sentido), as horas não passavam, os pensamentos tomavam conta da minha mente, não conseguia me concentrar. Imaginava possíveis cenas, objetos, como seria quando nos encontrássemos, se iria ser como foi no primeiro encontro ou se iria me tratar com alguma indiferença. Após o longo dia, chegou o momento de nos vermos...
Ao entrar no carro, aconteceu o que mais queria, me beijou de uma forma carinhosa e meu desejo começou a aumentar. Enquanto nos dirigíamos para o local onde aconteceria a posse, fui surpreendida por suas atitudes carinhosas e com SUA intenção de me deixar tranquila, fazendo, com isso, que eu tivesse mais certeza ainda de que minha decisão havia sido a certa. Sim! Eu quero ser SUA submissa!!!
Ao chegarmos no motel (fiquei perplexa com lugar...lindo!!!), MEU SENHOR pediu para que ficasse no carro enquanto ELE se dirigia ao quarto para preparar a sessão. A espera no carro me deixou excitada e ao mesmo tempo com medo ...o que seria feito naquele quarto? O que estaria fazendo lá dentro? Eu iria suportar o que me pedisse? Eu conseguiria satisfazê-lo? E principalmente, o meu corpo...o que acharia da minha aparência? Quando saiu do quarto e veio até o carro me buscar, meu coração batia intensamente... Saí do carro, ELE me beijou com força e com uma de suas mão me agarrou pelos cabelos e começou a me puxar ao mesmo tempo em que me dava uma ordem referente a lingerie (para que eu me trocasse no banheiro e aguardasse o SEU chamado). Enquanto me puxava pelos cabelos, por mais dor que estivesse sentindo, eu sorria de satisfação por estar me sentindo e sendo tratada daquela maneira. Fui ao banheiro, troquei de roupa e fiquei aguardando SEU chamado. A espera foi enlouquecedora, eu tentava escutar o som que vinha do quarto, a música que estava tocando, tentando imaginar o que estaria fazendo. Bateu na porta e saí me sentindo envergonhada por estar tão exposta para alguém que eu estava vendo apenas pela segunda vez. Beijou-me ferozmente e me perguntou novamente se eu queria ser SUA submissa... Claro que eu queria, nunca pensei em não ser do MEU SENHOR. E antes que eu percebesse, aquele homem de gestos gentis e fala mansa havia desaparecido...
Então MEU SENHOR amarrou meu pulso esquerdo à grade de uma espécie de prisão e depois meu pulso direito e mandou que abrisse as pernas e não o olhasse... A última ordem foi a pior a ser cumprida. Não conseguia evitar de olhá-lo, queria saber o que estava fazendo, queria ver seu rosto, sua expressão...Então, MEU SENHOR começou a me bater, na minha bunda, com a mão. Sim! Aquela mesma mão suave que me encantou, estava agora me causando dor e prazer ao mesmo tempo. Quando tirou o cinto que vestia, minhas pernas amoleceram, fiquei com medo da dor que sentiria e me questionando se iria aguentar, não queria ter que pedir para que parasse, não queria decepcioná-lo, não sabia o que iria sentir se eu pedisse para parar, não queria privá-lo do SEU prazer. Mas, fiquei orgulhosa:  aguentei... Após algumas “cintadas” me deixou sozinha, amarrada e saiu ordenando que não O olhasse. Fiquei à SUA espera. Meu corpo todo estava tremendo, não conseguia controlar minhas pernas, meus braços suspensos estavam doendo, minha respiração estava ofegante, minha bunda ardia muito, queria me tocar e não conseguia...
Quando retornou, não consegui ver direito o que trazia, apenas senti o primeiro golpe na minha barriga - a dor veio no mesmo instante. Não consegui ver o que havia me acertado, até que enquanto me acertava na bunda e nas pernas pude ver por baixo dos meus braços o que parecia ser algumas cordas. Acertou-me mais algumas vezes e depois me soltou e me arrastou pelos cabelos para o outro “cômodo”. Mas antes, de uma forma atenciosa e carinhosa me explicou sobre “safeword” e disse qual seria a palavra. Demonstrei ter entendido mas, quando falou em palavra de segurança, minha mente paralisou. Só pensava no que estava por vir... Colocou novamente as cordas em meus pulsos e os amarrou atrás das minhas costas. Terminada a amarração, ordenou que ficasse de joelhos, fiquei preocupada com o que me pedira (fazia muito tempo que não sentia um homem em minha boca e estava com medo de machucá-lo com o aparelho). Sentir seu gosto, sua pele, seu cheiro foi incrível... Nunca ninguém havia gozado nos meus seios, o líquido escorrendo pela minha boca, meus seios... me senti uma vagabunda (pior sentido) por ter deixado...mas, deixaria que fizesse de novo quantas vezes quisesse.
É difícil expressar o que senti quando me penetrou a primeira vez. Não posso negar, senti muita dor. Era como se jamais estivesse estado com um homem antes. Mas a sensação de posse que a posição de estar de quatro proporciona é maravilhosa. Ter suas mãos em meus quadris enquanto metia com força seu pau em mim, foi maravilhoso... Gozar com ele dentro de mim me fez sentir viva, não havia sentido nada parecido antes, sua boca em meus seios, seus dentes me arranhando, os seus dedos dentro de mim, assim como sua língua me faziam quase perder os sentidos. Cada vez que me penetrava, cada insulto que dizia, me fazia sentir cada vez mais SUA...
Durante a sessão me colocou de diferentes posições, SUAS atitudes oscilavam. Em um momento um homem gentil, preocupado e em outro momento a aspereza em seu toque, sua fala... Foi excitante, fascinante e confuso...
As marcas deixadas em meu corpo me causam orgulho, tanto por ter superado a dor que me causaram, quanto por ter LHE dado prazer ao deixá-las...
Sinto-me grata por MEU SENHOR ter gasto seu tempo planejando o que faria comigo e preocupando-se com meu bem estar e segurança.
Certa vez, estava conversando com um DOM pelo MSN e este me disse que desejava ter uma submissa que deveria ter prazer, alegria e orgulho à sua submissão ao seu SENHOR, independentemente de suas ordens. No momento em que conversávamos senti como que não fosse possível isso... Não sei, talvez por estar falando com alguém que não tivesse tido um contato maior. No entanto, agora posso dizer que meu pensamento é outro... Sim, é possível!!!
Estou disposta a aprender tudo que MEU SENHOR desejar que eu aprenda.
Estou disposta a aprender tudo que MEU SENHOR achar que eu necessite aprender.
Se ELE desejar usar meu corpo para ter o seu prazer eu o darei com toda a satisfação